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Olá! Me chamo Viviane e este é o primeiro blog que crio. Graduanda em Biblioteconomia, catarinense, libriana, apaixonada por livros, filmes, gatos e crianças.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Microblogs



A proposta dessa semana é discursar sobre os microblogs. Numa versão ampla, os microblogs são as ferramentas de compartilhamento de mensagens, tal como os blogs. Os microblogs permitem que qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo, com acesso à internet, faça as suas atualizações de textos, com a quantidade máxima de 200 caracteres. Essas atualizações serão vistas por qualquer pessoa, ou para um as pessoas que o dono do microblog permita ver.  Os microblogs podem ser postados pelo usuário e vistos por outros usuários através de smartphones, tablets e demais aplicativos de internet.
O microblog mais popular é o Twitter, lançado em 2006 pelo americano Jack Dorsey. O Twitter permite atualizações mais curtas, com apenas 140 caracteres, a partir de uma multiplicidade de suportes diferentes. Cardozo (2009) afirma que o Twitter pode ser atualizado pela página da web ou ainda pelo telefone celular, através de SMS (short message service) ou de internet móvel.
De acordo com Santos (2010) trata-se de uma ferramenta que é uma evolução dos blogs, cuja finalidade é aproximar as pessoas cada vez mais, através das tecnologias disponíveis em Smartphones. Nesse mesmo sentido o Twitter conecta as pessoas através da comunicação e dos interesses em comum. São chamadas de seguidores – ou followers – as pessoas que tem as mesmas ligações. Assim, quando uma pessoa segue outra, esta pessoa receberá em sua página no Twitter todos os posts de quem está sendo seguido.
Como fonte de informação na Internet, é possível afirmar que o Twitter transformou-se em uma das principais ferramentas, devido ao seu caráter objetivo e instantâneo. Mais do que apenas falar sobre a vida pessoal de anônimos e famosos, o Twitter traz informações relacionadas a esporte, cultura, educação, religião, assuntos de abrangência regional, nacional e internacional que despertem o interesse nos usuários. Cada post pode ser resgatados por qualquer usuário através de um campo de busca que traz as postagens anteriores referentes ao assunto que procura. Os assuntos mais mencionados no momento aparecem no trending topics.
Atualmente, fazer de conta que essas ferramentas, como os blogs e o Twitter não existem, é alienar-se do mundo. Em se tratando de unidades de informação, tais como Arquivos, Bibliotecas e Museus, é perder usuários e não incentivá-los na inclusão e acesso à informação. Divulgar serviços, eventos, horários de funcionamento, entre outros é imprescindível. Segundo Cardozo (2009, p.33) é que "as empresas que já estão se organizando para monitorar o conteúdo publicado na rede percebem que podem atender ao cliente de forma mais direta e evitar, inclusive, a propagação de notícias falaciosas sobre produtos ou serviços. Por se tratar de mecanismos de criação de conteúdo pessoal, os usuários se sentem mais livres para comentar honestamente suas percepções."
Trago abaixo uma pequena relação das instituições que usam o Twitter como ferramenta de disseminação e fonte da informação, bem como uma maneira de ajudar os usuários no que se refere as suas dúvidas informacionais:

 - Biblioteca da Fabico/UFRGS (@bibfbc
 - Biblioteca Pública do Estado/RS (@bibliotecars
 - Fundação Biblioteca Nacional (@FBN)
 - Museu da UFRGS (@museudaufrgs)

REFERÊNCIAS
CARDOZO, M. L. Twitter: microblog e rede social. caderno.com: Caderno de Pesquisa em Comunicação e Inovação. São Caetano do Sul, v. 4, n. 2, p. 24-38, 2009.


SANTOS, F. B. H. dos. O twitter como ferramenta de marketing em bibliotecas nacionais ibero-americanas. 2010. 122 f. Trabalho de conclusão de curso. (Graduação) - Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2010. Disponível em: <http://www.bibliotecadigital.ufrgs.br/da.php?nrb=000766877&loc=2011&l=b94a9b0a4bc12386>. Acesso em: 28 ago. 2011.


SOUSA, P. J. et al. A blogosfera: perspectivas e desafios no campo da Ciência da Informação. Cadernos BAD: Associação portuguesa de bibliotecários, arquivistas e documentalistas, Lisboa, v. 1, n. 1, p. 87-106, 2007.

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